O impacto da polifarmácia na qualidade de vida das pessoas

O que é polifarmácia?

Polifarmácia vem do grego, “Pollys” significa “muitos” e “pharmakon” significa tanto “remédio” quanto “veneno”, depende do contexto utilizado. 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), polifarmácia é o uso rotineiro e concomitante de quatro ou mais medicamentos, com ou sem prescrição médica, por um paciente. Essa condição é frequentemente vista em pessoas que sofrem com doenças crônicas. Se de um lado o uso contínuo e elevado de remédios pode ser necessário para tratar diferentes condições clínicas, do outro tem potencial para causar riscos e agravantes diversos.

Um artigo publicado pela Escola de Enfermagem da USP ( Universidade de São Paulo),  publicado na Revista Brasileira de Enfermagem, concluiu que o fenômeno da polifarmácia se agrava ainda mais quando são adquiridos medicamentos sem receita médica.

 

Quais os riscos da polifarmácia?

Dentre os principais riscos da polifarmácia podemos citar:

  • Interação medicamentosa;
  • Ocorrência de reações adversas;
  • Maior risco de toxicidade;
  • Erros de medição inadequada;
  • Redução de adesão ao tratamento;
  • Elevação das taxas de hospitalização em decorrência desses eventos;
  • Comprometimento da mobilidade e cognição.

 

Os idosos são mais vulneráveis aos efeitos da Polifarmácia

Com o aumento da expectativa de vida, há uma maior prevalência de doenças crônicas em indivíduos idosos, o que resulta em uma utilização simultânea de diversos medicamentos. 

As alterações no organismo decorrentes do processo de envelhecimento, como déficit cognitivo, perda de massa muscular e funções metabólicas, fazem com que os efeitos da polifarmácia sejam mais agravantes em idosos do que a observada em jovens. Os agentes que compõem os medicamentos não se dissolvem facilmente no organismo e por isso, as concentrações aumentam. 

 

Cascata iatrogênica 

Outra consequência da polifarmácia é a cascata iatrogênica, que acontece quando há o tratamento de sintomas surgidos após o uso de algum medicamento prescrito anteriormente. Por exemplo: se uma pessoa apresenta hipertensão, receberá prescrição de um medicamento para controle da pressão. Esse medicamento prescrito poderá causar um efeito colateral, como inchaço. A partir disso, o médico receita outro medicamento para tratar o inchaço, fazendo com que ambos interajam entre si, podendo causar reações ainda mais graves.

 

A Cannabis Medicinal pode reduzir os riscos da Polifarmácia. Saiba como!

A Cannabis Medicinal apresenta um grande potencial terapêutico para tratar inúmeras enfermidades, que, tradicionalmente, seriam tratadas com quatro ou mais medicamentos, resultando em polifarmácia.  Diante disso, um único produto à base de CBD  ou THC  torna-se eficaz, seguro e com melhor custo-benefício.

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Optar por um tratamento alternativo à base de Cannabis é escolher mais saúde e qualidade de vida. Para isso, é necessário solicitar uma prescrição médica e fazer um cadastro na AVISA  .

 Porém, é importante ressaltar que em muitos casos, a Cannabis não substitui o tratamento feito com medicamentos tradicionais, mas age como uma aliada, diminuindo drasticamente a quantidade ministrada. 

 

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Fontes:

  ISMP Brasil

 Viva bem – UOL

 Gazeta do Povo